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Ortodontia convencional ou alinhadores estéticos?

Ortodontia convencional ou alinhadores estéticos? Como fundamentar a opção? Há espaço para ambos? Como escolher?
12/02/2020

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Ortodontia convencional ou alinhadores estéticos?

Ortodontia convencional ou Alinhadores Estéticos? Como fundamentar a opção? Há espaço para ambos? Como escolher? Como posicionar-se, tendo em vista a polarização das opiniões entre tais princípios terapêuticos? Para procurar responder a estas questões, convido o colega a acessar uma série de 3 vídeo-aulas, nas quais levanto questões baseadas nas fundamentações de ambas as propostas. Há mais de 30 anos no magistério superior como coordenador de especializações em Ortodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares, reuni, ao longo do tempo, experiência suficiente no campo teórico e clínico para desenvolver um método interpretativo capaz de se traduzir em informações úteis à formação de uma postura crítica suficiente para avaliar as propostas destas duas opções de tratamento, ou seja, as fundamentações da ciência ortodôntica e a alternativa dos Alinhadores Estéticos. Acrescentaria a opção funcionalista que atende a importante aspecto terapêutico das displasias do sistema. Esta visão precisa estar presente.

Posicionar-se frente a um ou outra opção de tratamento baseado em impressões formadas antecipadamente, sem maior ponderação ou conhecimento dos fatos, não é o melhor dos caminhos em direção a um objetivo sensato, real, factível. Há que pesar as propostas fundamentadas em pesquisas que extrapolam objetivos limitados. E esses objetivos devem visar o sistema craniofacial, onde o binômio dentoalveolar, que representa a fonte primária de diagnóstico dos alinhadores, é apenas uma parte dentre os diversos segmentos estruturais envolvidos. É este aspecto que precisa ser enfatizado, e o farei ao longo destas três vídeo-aulas que o colega receberá sem qualquer ônus, ao se inscrever com seu melhor e.mail no link abaixo.

Nessas aulas farei considerações sobre os princípios diagnósticos que devem reger uma terapia, seja ela por mecanismos mecanoterápicos ou funcionalistas, indiferentemente. Cada sugestão diagnóstica deve ser pensada da seguinte forma: posso corrigir este problema por via mecanoterápica? Ou funcional? Ou com alinhadores estéticos? Terá, cada um deles, o potencial para agir exatamente sobre a displasia que o diagnóstico estrutural está indicando? Se houver, por exemplo, a identificação de um processo rotacional de bases ósseas que está provocando um desequilíbrio, qual das três opções terapêuticas será a mais indicada? Por quê? Como se percebe, o diagnóstico é fundamental, pois traz toda uma carga informativa sobre desequilíbrios que devem ser identificados, e corrigidos. É dessa forma que deverá ser apreciada estas três vídeo-aulas dedicadas ao tema de diagnóstico, pois é ele quem decidirá o caminho terapêutico a seguir, e o emprego adequado dos dispositivos corretivos que atendam às necessidades peculiares de cada caso.

O Ser biológico é complexo e sua fenomenologia deve ser pesquisada porque é nela que encontramos as respostas às nossas indagações. Desconsiderá-la não é sensato, porque a natureza cobrará seu preço.

Seja bem vindo às três vídeo-aulas, acessando o link abaixo.

Um forte abraço.

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